segunda-feira, 23 de setembro de 2013

HÁ COISAS DO DIABO!

Para desanuviar as ideias, aqui vai uma levezinha que um Amigo me enviou, e como não sou invejoso, quero partilha-la convosco, e também uma   oportunidade para desancar o Passos Coelho, que bem merce pela merda que tem feito, então aqui vai!

"Passos Coelho, Obama e o Papa viajam juntos no mesmo avião, quando aparece numa das asas o Diabo com uma enorme serra e começa a serrar a asa da aeronave.
 
Quando viram o Diabo ficaram apavorados, e Passos Coelho vira-se para o Obama:
- Obama, você que sabe falar e argumentar como ninguém, convença o Diabo a parar com isso senão vamos cair e morrer todos!!!
Obama foi até lá, conversou... conversou... e nada do Diabo parar...
 
Obama voltou e implorou ao Papa:
- Papa, só o senhor nos poderá salvar... Ele não quer nem conversa... vai mesmo derrubar o avião !!!
O Papa foi até ao Diabo, usou de toda sua persuasão, argumentou o que pôde... e nada... Desistiu, voltou e resumiu a conversa:
 
- Não sei o que fazer... Estamos perdidos... Vamos rezar!!!
Foi quando Passos Coelho se levantou e disse:
- Deixa comigo... Sou a última chance, vou tentar.
E lá foi ele falar com o Diabo. Mal trocaram duas palavras o Diabo parou de serrar a asa do avião... e sumiu.
 
Obama e o Papa ficaram surpreendidos e perguntaram:
- O que é que você lhe disse?
- Companheiro... se eu morrer, vou formar governo no Inferno!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

BAPTISTA-BASTOS


por BAPTISTA-BASTOS Ontem

Irado, inesperadamente fora do sorriso habitual, o Marcelo exclamou: "Façam desaparecer Maduro e Rosalino, que não se perde nada!" Pelos vistos, o Marcelo quer mandar eliminar pessoas, cuja competência põe em causa, e não encontra punição mais exemplar que não seja o "desaparecimento."

" Entende-se o desespero cáustico do professor. Ele vê, nas proposições do primeiro e nas precipitações tagarelas do segundo o mesmo espinoteante tolejo. Adicionando a esta confusão de cabecinhas doidas, a disparidade dos discursos produzidos por Passos, que diz uma coisa; de Portas, que diz outra; e de Maria Luís, que balbucia uma terceira, nada mais resta ao Marcelo do que invectivar quem assim pensa, comunica e age.

Mais ainda: acusa de soberba para com os portugueses, este Executivo fanado e estático, gastador e de comportamento caótico e casual. Só o primeiro-ministro (digo eu, agora) dispõe de um arsenal de gente, que surpreende não apenas pelo número como pela obscura natureza das ocupações. Vejamos: um chefe de gabinete, dez assessores, sete adjuntos, quatro técnicos especialistas, dez secretárias pessoais, uma coordenadora, treze técnicos administrativos, nove elementos para apoio auxiliar, doze motoristas. Não entra, neste ameno grupo, o avultado grupo de "gorilas" que o protege de eventuais percalços. Este pessoal custa, por mês, ao Estado, 149 486 76 euros.

É este senhorito que se prepara para aumentar ainda mais os impostos, cortar outra vez nas reformas e nas pensões, aumentar o número de desempregados, dilatar o nosso infortúnio, desprezar o futuro dos mais novos e ignorar o desespero sem saída dos mais velhos. É ele.
A baderna prossegue. O dr. Cavaco, dito Presidente da República, mas não se dá por isso, pediu à troika, numa patética declaração, sensatez nas decisões. Os funcionários para aqui mandados são fiscais de contas, sem poder decisório porque esse pertence ao FMI, ao Banco Central Europeu e à Comissão Europeia. O dr. Cavaco parece ignorar que os
burocratas que nos visitam, a fim de verificar se obedecemos às regras impostas, são paus-mandados, e eles próprios atendem ao que lhes impõem os directores daquelas três instituições, as quais são coordenadas friamente pela Alemanha.

Ignoram a História, a cultura, as características, as idiossincrasias dos povos por onde passam, em curto ou ampliado tempo. Pouco se importam se humilham ou desdenham das nações em que foram encarregados de proceder aos seus varejos. Os vexames a que têm sujeitado o povo grego são das situações mais ignóbeis verificadas no nosso tempo, e possuem as distintivas particulares de um sórdido ajuste de contas. O que a Alemanha não conseguiu, com duas guerras mundiais, está a obtê-lo agora, com a mediocridade ultrajante, a cumplicidade servil e a sevandijice nojenta dos dirigentes políticos europeus.

As fotos são da minha responsabilidade.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

DIVAGANDO

Ontem não saí no Carregado na minha ida para Vila Verde como é habito quando vou pela A1, saí em Vila Franca e depois fui pela antiga Estrada N1, ao passar no entroncamento da Vala do Carregado, recordei o tempo que por ali trabalhei na Quinta da Meirinha, pertença dum vizinho e grande agricultor Rui Correia de seu nome, mas mais conhecido pelo Rui do Rato, que para além das muitas terras que tinha na Freguesia da Ventosa, (vizinha da minha Terra)  também algumas propriedades em Runa, e não sei que mais! Eram tempos muito complicados e talvez por isso mesmo deixaram marcas e recordações.

Assim para além de visitar o que resta da antiga Quinta de muitos Hectares de vinha, hoje tudo abandonado,  só os antigos barracões onde dormíamos de segunda a Sábado,  (numa guerra constante contra as melgas), teimam em se manter de pé. A Quinta está na margem esquerda da Vala (no sentido nascente)  que dá o nome á Terra, e fazia extrema com a dita Vala (e também Ribeira), que na Praia Mar leva a água até ás portas da Vila do Carregado, e foi precisamente aqui que alarguei os meus conhecimentos de nadador, pois no Verão, o Jantar prolongava-se por duas longas horas, (das 14 ás 16 horas) ora a pouca comida que tínhamos disponível era engolida em dez minutos e o restante tempo era para dar umas braçadas, nus ou em coecas que depois se enxugavam ao sol em cima duma videira, quando não eram vestidas mesmo molhadas, ou pior ainda nunca despidas! Isto no que diz respeito á malta nova, porque aqueles com mais idade saboreavam uma boa sesta!

Hoje a Vala está a ser limpa, nos terrenos do Rui do Rato mais os do Pinto Barreiros que eram ao lado, este um antigo Ganadeiro, e em cujos terrenos o Gado Bravo pastava, e quantas vezes vinham dar uma espreitadela quando por lá andávamos a dar umas braçadas, apesar de tudo algumas boas recordações, e também alguns sustos.
Mas como ia dizendo esses terrenos estão hoje na sua maioria ou totalidade ocupados pela Central Termoeléctrica do Carregado.
Esta grande Central foi noticia no ano de 2010, por segundo a E.D.P. esta vir a ser desactivada nesse ano, acontece que quando passo na A1, muitas vezes vejo grandes nuvens de fumo a sair das suas chaminés, será milagre?
 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

PORTUGAL NO SEU PIOR

Afinal ainda não foi esta semana que se iniciaram as vindimas em Vila Verde como eu pensava, de facto as uvas ainda não atingiram o grau de maturação para que isso tivesse acontecido, mas não é sobre a uva que hoje quero escrever umas letras, embora ligado á agricultura é sobre Pera, num caso concreto, mas também  nas diversas variedades de frutas produzidas em Portugal, que cabem no mesmo embrulho com que vou colocar as Peras!
Antes disso direi que as duas primeiras fotos foram tiradas; a primeira onde se vê Montejunto na Portela do Bispo, a da Igreja é em Matacães.

Embora saiba que isto acontece há muito tempo, quando conhecemos casos concretos a coisa tocam-nos mais, foi o triste espectáculo que vi ontem, na minha caminhada de fim de tarde que se estendeu até aos Casais da Fonte Pipa, e daqui até á Várzea, achei estranho tal com o meu companheiro de caminhada, ver um grande pomar com alguns milhares de Árvores da qualidade Pera Rocha ainda por apanhar, ora nesta altura do campeonato já deviam estar no frigorifico, ou quem sabe exportadas, mas aqui não, lá estão as Pereiras carregadas, e o chão coalhado das que vão caindo.

Quando chegámos junto do Eusébio fiz-lhe ver  a nossa admiração por ainda estar por apanhar a Pera, (que por acaso até é do meu Primo Carlos, mas que raramente vejo por não residir em Vila Verde), foi-nos então dito que não foram apanhadas por não terem o «calibre» exigido, mas então que merda é esta? Um Agricultor gasta rios de dinheiro durante um ano, em pesticidas, adubos, mão de obra, máquinas, combustíveis etc. etc. etc. e depois chega ao fim dizem-lhe que não a querem porque não tem o «calibre»? E vêm esta cambada de ignorantes ( ou serão antes uns grandes sacanas?) com poder politico mandar o pessoal ir para a agricultura! Quem lhes dava a  resposta a esse desafio era eu, e não o faço aqui por decoro, um País com fome, sem dinheiro para mandar cantar um cego dá-se ao luxo de deixar nas árvores o fruto dum ano de trabalho por causa do «calibre» peço licença para os mandar bardamerda!
 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

ROUBO LEGAL?




No dia 14-10 2004 assinei um contrato com a TVCabo, hoje designada por Zon, em que esta firma me fornecia o serviço Satélite para o qual paguei a quantia de 199 Euros, respeitante ao equipamento de recepção do Serviço Satélite, que incluía um prato e respectivo  receptor, desde essa data até hoje paguei religiosamente o serviço fornecido, sempre antes da data limite, excepto a mensalidade  respeitante ao receptor que como se prova foi comprado, é da minha propriedade, e por isso mesmo isento dessa prestação.

No inicio desta semana recebi uma carta da Zon, dizendo que tinha de «trocar a minha Power-box» porque a partir do próximo Mês alguns canais do pacote que sou aderente não funcionam com a meu receptor, dirigi-me ontem á loja da Zon situada no Centro Comercial Oeiras Parque para saber como era o negócio, visto eu ter um equipamento a  funcionar perfeitamente sem custos regulares a não ser a sua compra inicial, o que pago e não é pouco, é mensalidade do pacote de canais, que é de 36.66 Mês, o funcionário consultou não sei o quê através do seu computador, e disse-me que visto o equipamento ser meu, bastava levar o cartão da Zon, e trazia novo cartão com uma Box deles, sem custos para mim nem agora, nem no futuro, até aqui tudo bem.

Hoje munido do cartão lá voltei á loja, atendeu-me outro funcionário, que de imediato foi algures buscar uma box, mas como gato escaldado de água fria tem medo, voltei á carga e repeti a pergunta, não vou pagar nenhuma mensalidade do equipamento? Que sim, a Zon «oferecia-me» seis Meses sem eu pagar, mas a partir daí desembolsava quase quatro euros Mês, de imediato o mandei guardar o aparelho e fazer o desligamento do serviço que desde á nove anos lhes estou  a pagar, apesar dos aumentos constantes, vim para casa e passada uma hora recebo um telefonema dos serviços comerciais da Zon, uma simpática Menina ou Senhora a querer-me explicar as razões deste roubo, apesar de toda a minha vontade de ser simpático com a Dama, disse-lhe que só a ouvia se fosse para me dizer que não pagaria mensalidade do equipamento, pois nesse caso anularia o meu pedido de desligamento do serviço, como era conversa fiada, vão dar banho ao cão que daqui não levam nem mais um tostão,

Como conclusão direi que estou a ficar com mais medo destes ladrões aparentemente autorizados que dos outros, dos carteiritas, a esses ainda os vou fintado, a estes actuando sempre sobre a capa da legalidade só não nos esfolam vivos se não puderem, só no ano de 2012 deixei nos cofres destes chulos qualquer coisa como 427 Euros, ao longo dos nove anos a pingar para o cofre deles foi uma nota preta, agora dizem-me que aquilo que me venderam já não serve e querem mais uma renda mensal para usufruir do contrato que assinaram comigo, cambada de gatunos que enxameiam este País, e dos quais não conseguimos fugir porque armadilharam a coisa de tal maneira, que se não forem estes são aqueles, ou na alternativa voltar ao candeeiro a petróleo, e á galena, porque com o rádio ou sem ele também nos comem uma mensalidade na factura da electricidade
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sábado, 31 de agosto de 2013

SEMPRE A APRENDER

Pois é, quando um gajo pensa que já viu tudo, aparece-lhe na frente coisa nunca antes vista, foi o que me sucedeu há dias quando andei a dar á perna na zona do Estoril, ali mesmo á entrada da Vila (no sentido Lisboa, Cascais) antes mesmo do cruzamento que vai para o Alcoitão há uma rua á esquerda que vai dar ao passeio Marítimo mesmo junto á Estação da CP do Estoril, e ao caminhar por essa rua observo um chalé antigo em estado de abandono, com mato bastante alto a rodeá lo.

Como todos já vimos, este Verão tem sido  uma catástrofe em incêndios, e ao ver aquele mato todo ali junto á estrada, pensei que mais dia menos dia lá vai aquilo arder, a casa abandonada não deve ter grandes coisas no seu interior de valor, mas há uma coisa que é importante, lá vão Bombeiros para evitar que o incêndio se propague ás outras casas que não têm culpa nenhuma do estado de abandono que os vizinhos deixaram chegar o chalé, mas o que me chamou mais a atenção foi o cartaz enorme afixado no bojo da casa, e que nos chama a atenção, que a casa "é privada e não está á venda", mas qualquer casa que não tenha nela afixado um cartaz a dizer que se Vende, é porque não está á venda! Ou estarei eu a sonhar? Então para quê aquele cartaz? Será que apanharam Sol em demasia na moleirinha? Então e se limpassem o mato e se calassem, e metessem o cartaz naquele sitio não seria melhor?
 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

LISBOA VISTA DAS ALTURAS

Como já escrevi no Facebook, hoje fui dar a minha volta semanal por Lisboa, é sabido que as minhas visitas são para caminhar, as horas que ando por lá ainda está tudo no primeiro sono, os que se deitaram, pois muitos deles e elas ainda andam por lá á espera que o «João Pestana» os leve até ao vale de lençóis,  são os chamados «filhos da insónia» a coisa é tão grave que despejam garrafas umas atrás das outras goela abaixo, e nem mesmo com estes calmantes medicinalmente reconhecidos como «bota abaixo» os conseguem dobrar, por ali andam, quais zumbis, quem sabe se á procura da rolha, que não perderam.

Mas não é da minha lavra, o que bebem ou deixam de beber, e só falo no assunto porque me apareceu pela frente um Jovem, de garrafa de cerveja á sua frente, telemóvel numa mão, um frenesim a mandar mensagens, e cá o Rapaz a querer sentar o rabo na cadeira que me oferecia o Fernando Pessoa algures no Largo do Chiado, e o tal Rapaz ali especado olho arregalado a olhar para mim como se eu tivesse vindo doutro planeta, ó Rapaz, para o caso de não saberes, e se por algum milagre destas tecnologias leres esta prosa, fica a saber que aquela cadeira ao lado do Poeta, serve precisamente para quem quiser fazer uma foto ao lado do Pessoa o poder fazer, não é para ficar ali a fazer cera, para isso servem as cadeiras vizinhas, ou então cu no chão que também sabe bem, especialmente agora no Verão.

Mas também não era sobre o ocupa cadeiras que queria falar, era sobre um boato que anda para aí, sobre cá o rapaz ter medo das alturas, é certo que não me estou a ver num avião, helicóptero ou ave dessa semelhante, mas daí a ter medo das alturas vai uma grande distância, e para provar que as vertigens das alturas não são comigo, hoje fui ver Lisboa por cima, isto vai servir para calar os meus Amigos que se riem quando digo que de avião nem morto, mas isso é apenas uma forma de falar, mas como ia dizendo hoje passei pelo Largo do Carmo, e como o Elevador de Santa Justa fica ali ao lado, fui até lá, tirei uma fotos á Cidade, tudo nas calmas, e o resultado aqui fica, não serão grandes fotos, o Sol que é um ajudante de peso ainda andava escondido algures, mas quem dá o que tem, a mais não é obrigado.
 
Para terminar, um pouco de História do Convento do Carmo, paredes meias com o Elevador, e do qual aqui mostro algumas imagens: Este Convento foi mandado construir por D. Nuno Alvares Pereira no ano de 1389, foi ocupado inicialmente por Frades Carmelitas de Moura, chamados por D. Nuno para ingressar no convento em 1392. Em 1404, D. Nuno doou os seus bens ao convento e, em 1423, ele mesmo ingressou no convento como religioso, período em que as suas obras estariam concluídas. O Condestável escolheu ainda a Igreja do Convento como sua sepultura.
O terramoto de 1755 destruiu grande parte do Convento, que não foi recuperado, a parte que sobreviveu foi ao longo dos tempos sofrendo obras, alberga numa parte o Comando da G.N.R. e o Museu Arqueológico numa outra dependência.